terça-feira, 20 de outubro de 2009
Granada
Em Granada foi onde passámos mais tempo e onde ganhamos mais coisas. Alhambra é absolutamente fabuloso, todo o complexo palaciano é deslumbrante e os 12€ que se paga são uma roubalheira... Aquilo vale, claramente, muito mais que 12€. É lindo e muito grande. A cidade de Granada, a sua zona histórica é devoradora de tempo, de sonhos e de pernas. Faz-nos desejar ver mais, conhecer mais, saber mais... andar mais. De Alhambra a Albacín, passando por todos os outros bairros históricos é um lugar fascinante. Estivemos lá dois dias e andamos quilómetros, mas, à distância, não é o que andamos que fica na memória. O que fica na memória são os espaços e o património imensamente rico de Granada. Com a Serra Nevada como fundo e a mistura entre os universos muçulmano e cristão como cartão de visita, Granada mereceria mais uns dias, mas conseguimos abranger bastante em apenas dois dias.










Valência
Em Valência estivemos dois dias e voltámos a não ter tempo para tudo e ainda para mais apanhamos chuva no segundo dia. A cidade parece fantástica e enorme. Visitamos a IberFlora, na "Feira de Valência" e depois fomos conhecer os fantásticos edifícios do Cidade das Ciências e das Artes, do mesmo arquitecto de parte do Parque das Nações. Espectacular, só estando lá se percebe a magnificência das estruturas. Quanto ao resto (incluindo centro histórico) fica para a próxima.
As duas primeiras são de um dos edifícios da feira (onde decorreu a IberFlora) - por dentro e por fora.
As outras são da Cidade da Ciência e das Artes (há mais edifícios e fotos, mas gostei destas).




As duas primeiras são de um dos edifícios da feira (onde decorreu a IberFlora) - por dentro e por fora.
As outras são da Cidade da Ciência e das Artes (há mais edifícios e fotos, mas gostei destas).
Córdoba
Ponto prévio.
E pronto, lá acabou o passeio.
Se vi aviões? Vi.
Vi o pôr-do-sol? Também.
Mas o melhor mesmo foi ver a minha Saneca a sorrir, a andar sempre feliz e contente. Isso não tem preço e nem todas as vistas, monumentos, paisagens chegam aos calcanhares do sorriso mais bonito que há. Para mim tem tanto valor o palácio de Alhambra como uma demente criança espanhola a dizer "Tú no mandas en mí! Yo hago lo que quiero!".
De seguida irei publicar algumas fotos.
Se vi aviões? Vi.
Vi o pôr-do-sol? Também.
Mas o melhor mesmo foi ver a minha Saneca a sorrir, a andar sempre feliz e contente. Isso não tem preço e nem todas as vistas, monumentos, paisagens chegam aos calcanhares do sorriso mais bonito que há. Para mim tem tanto valor o palácio de Alhambra como uma demente criança espanhola a dizer "Tú no mandas en mí! Yo hago lo que quiero!".
De seguida irei publicar algumas fotos.
sábado, 10 de outubro de 2009
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Marco, o amigo que vai comigo
Aqui está o Marco, o boneco que vai connosco. Até 1999 foi carteiro, mas com a reforma dos CTT os Marcos do Correio deixaram de ser úteis.
Aqui fica uma apresentação do Marco:
O Marco jogou no Manchester United, com o Ronaldo.

O Marco aparecia no "24" tendo ganho o Emmy por isso.

O Marco andou na prostituição em Amesterdão - foi a fase mais negra da sua vida.

O Marco entrou no filme "Inglourious Basterds" ("Sacanas sem lei", em Portugal) .
Aqui fica uma apresentação do Marco:
O Marco jogou no Manchester United, com o Ronaldo.

O Marco aparecia no "24" tendo ganho o Emmy por isso.

O Marco andou na prostituição em Amesterdão - foi a fase mais negra da sua vida.

O Marco entrou no filme "Inglourious Basterds" ("Sacanas sem lei", em Portugal) .
Ich bin ein berliner... Besser! Ich bin ein Berlin-Kugel mit creme
No último domingo vi um programa sobre uma empresa de Berlim que faz visitas guiadas a peluches. A ideia pode parecer parva, mas achei-a excelente. Assim, inspirado pelo que vi no programa e pelo que li, vou experimentar... Não vou revelar todos os pormenores, mas vou exprimentar a ideia.
Não, não sou um ursinho de peluche que vai a Berlim. Antes, vou pegar num peluche ou num boneco e vou levar o bicho a passear. Tirarei fotografias com ele, escreverei um diário do passeio dele e depois irei colocá-lo aqui no blog. Será um teste à ideia dos berlinenses.
Assim, para semana, no dia 12 de Outubro, eu, o boneco e a minha mais que tudo (e mais que alguma coisa), partiremos em viagem. Uma semana inteirinha. O destino?
Bom... serão cerca de 1000/1100 km para lá e outros tantos para voltar.
Tencionamos ir a:
Sevilha,

Granada,

Córdoba,
Valência
E, se der, a Ronda, Gibraltar, Ceuta, Almeria, Málaga, Cartagena, Múrcia... Enfim, não vamos a todas estas localidades, mas pode ser que dê para ir a umas duas (além das quatro supracitadas). Ou seja vamos andar por Andaluzia, Comunidade Valenciana, Murcia e Castela-a-Velha.
Assim, o boneco irá connosco como se fosse uma pessoa.
No entanto, e como pode não resultar bem, isto fica em suspenso em função de como as coisas correrem. Se tudo correr bem, daqui a duas semanas estará aqui o diário do pequeno amigo inanimado.
Uma pequena pessoa que cabe numa mala (sem ser esquartejada). Eia que sadismo.
Não, não sou um ursinho de peluche que vai a Berlim. Antes, vou pegar num peluche ou num boneco e vou levar o bicho a passear. Tirarei fotografias com ele, escreverei um diário do passeio dele e depois irei colocá-lo aqui no blog. Será um teste à ideia dos berlinenses.
Assim, para semana, no dia 12 de Outubro, eu, o boneco e a minha mais que tudo (e mais que alguma coisa), partiremos em viagem. Uma semana inteirinha. O destino?
Bom... serão cerca de 1000/1100 km para lá e outros tantos para voltar.
Tencionamos ir a:
Sevilha,

Granada,

Córdoba,

Valência

E, se der, a Ronda, Gibraltar, Ceuta, Almeria, Málaga, Cartagena, Múrcia... Enfim, não vamos a todas estas localidades, mas pode ser que dê para ir a umas duas (além das quatro supracitadas). Ou seja vamos andar por Andaluzia, Comunidade Valenciana, Murcia e Castela-a-Velha.
Assim, o boneco irá connosco como se fosse uma pessoa.
No entanto, e como pode não resultar bem, isto fica em suspenso em função de como as coisas correrem. Se tudo correr bem, daqui a duas semanas estará aqui o diário do pequeno amigo inanimado.
Uma pequena pessoa que cabe numa mala (sem ser esquartejada). Eia que sadismo.
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